Psicologia e Orgonomia Social
Aprofundamos os estudos da orgonomia social e seguimos o legado de Wilhelm Reich, Nosso trabalho se dedica ao estudo, ampliação e difusão dos princípios desenvolvidos por Wilhelm Reich, com ênfase na compreensão científica dos processos emocionais, energéticos e sociais que estruturam a vida humana. Nosso compromisso é oferecer fundamentação teórica ética e contemporânea, preservando a essência da obra reichiana e, ao mesmo tempo, a ampliando com a descoberta de duas novas couraças que apresentaremos a seguir.
Continuidade do trabalho de Wilhelm Reich
Mantemos viva a relevância científica e histórica da obra reichiana, promovendo estudos sistematizados, pesquisa e produção teórica experimental,
Trabalhamos com responsabilidade e precisão conceitual, preservando o rigor metodologico e o compromisso ético que caracteriam a tradição reichiana autêntica.
Apresentamos a descoberta de duas novas couraças
COURAÇA PUNITIVO-FANTASMÁTICA
COURAÇA SOCIAL

Para Quem é o Nosso Trabalho
Psicólogos, psicanalistas, terapeutas reichianos ou não;
Médicos psiquiatras, profissionais da área da saúde que queiram se aprofundar em temas relacionados à orgonomia social;
Orgonomistas sociais, estudantes e profissionais que se interessem por conhecimentos sobre Reich;
Pesquisadores das ciências humanas, sociais e biológicas;
Leitores que buscam materiais qualificados sobre energia vital e orgonomia.

O Que Queremos
O mundo reichiano ficou sem atualização de fundamentos teóricos à medida que buscou absurdamente a sofisticação técnica. Roberto Balao se propôs a ir além. É possível que tenha andado na contra-mão do que era comum, mas mesmo assim buscou o caminho que iria em direção ao seu propósito – Ele resgatou a essência investigativa e criativa de Wilhelm Reich e dedicou-se no aprofundamento teórico, buscou fontes e por fim conseguiu compreender e pôde então formatar as duas novas Couraças que são apresentadas no ensaio.
“AS VOZES DO FANTASMA”
Falaremos um pouco sobre cada uma delas para melhor compreensão.
Armadura Punitivo-Fantasmática, identificada pela introjeção de conflitos da infância. Vozes narrativas alojadas na identidade do sujeito cm falsos “EU” que por sua vez se camuflam coo falsos solilóquios que determinam os distúrbios emocionais do sujeito. bem como a organização de um campo perceptivo distorcido denominada pelo autor como DOR-MATRIZ. Essa matriz distorcida de energia orgônica é diretamente responsável pelo mau funcionamento dos grupos sociais que viabilizam as instituições básicas da vida.
Couraça Social, uma armadura que não serve à produção do “EU” psíquico, mas sim como proteção histórica a favor da “Peste Emocional” ou “Pandemia Emocional”, nos termos de Wilhelm Reich. A Armadura Social é a “casca do queijo”, a parte externa da “Peste Emocional” (que obviamente se alimenta da própria energia da Peste) interagindo com o ambiente social. Essa armadura não só protege a permanência histórica da Peste Emocional ao longo da história, como também lhe fornece seu próprio sustento por meio de mecanismos hábeis de manipulação social. – A Armadura Social controla o movimento das peças que tornam as guerras uma realidade, isso acontece para que a Peste Emocional possa saciar sua sede de sadismo – . Ela também é responsável por todos os tipos de esquemas que produzem os homicídios, os estupros, o tráfico de órgãos, a violência doméstica e todos os tipos de aberrações — tudo para que a “Peste Emocional” seja alimentada (ou seja, os impulsos secundários ou energia orgônica distorcida). A Couraça Social é a expressão externa da Peste Emocional e é completamente impessoal, não sendo atribuível a nenhum “grupo de poder destrutivo”. Pelo contrário, todo grupo de “poder destrutivo” é o resultado mais execrável da “Peste Emocional” e da “Couraça Social” nos termos da capacidade de agir.
Entre as muitas contribuições desta obra, destacamos também:
- Técnicas de terapia orgônica para a liberação da energia das narrativas punitivas internalizadas (fantasmas);
- A identificação e integração funcional das quatro armaduras; e a emergência das armaduras de caráter e corporais descobertas por Wilhelm Reich como consequência da falha da Armadura Punitiva-Fantasmática.
Essa obra essencial atualiza o legado de Wilhelm Reich para os tempos modernos e chega em momento oportuno para os leitores interessados, quando a ascensão das técnicas corporais ofuscou o avanço e a atualização da teoria reichiana, tanto a nível individual quanto social.

APRESENTAREMOS O PRIMEIRO CAPÍTULO DO LIVRO.
O SISTEMA BIOENERGÉTICO
Substituímos, portanto, o conceito de Aparelho Psíquico pelo de Sistema
Bioenergético. Isso garante uma melhor representação da nossa linha de trabalho.
Nossos conceitos respondem mais à realidade observada do que ao dogma da teoria. Dessa forma, evitamos a rigidez temática para facilitar a perspectiva dinâmica e econômica da personalidade. Os conceitos de psique, corporalidade e energia são reunidos em uma unidade funcional que chamamos de Sistema Bioenergético. Se representássemos o Sistema Bioenergético de qualquer ser vivo com um círculo — de um protozoário a um mamífero superior — veríamos como seu funcionamento plasmático é idêntico: processos de contração e carga alternam-se com processos de
expansão e descarga bioenergética. Cada descarga é vivenciada como prazerosa. E cada carga além de um certo limite pode ser prazerosa se houver uma promessa concreta de descarga. Excitação com satisfação futura. Caso contrário, carga sem descarga é desagradável. Na minha opinião, não há contração sem a opressão da carga sexual, sem a promessa
de liberação, assim como não há expansão emocional e corporal sem liberação libidinal ou orgônica. Mesmo a contração defensiva de qualquer biossistema é sempre uma contração bioenergética. A contração crônica resulta em retração depressiva. Não se trata de falta de energia;
pelo contrário, toda doença depressiva é uma compressão de energia (do verbo “comprimir”). Uma catarse oportuna liberta momentaneamente a pessoa deprimida de seu sofrimento.
Como a contração depressiva afeta e retroalimenta o ciclo funcional dos
neurotransmissores essenciais para a estabilidade emocional: ocitocina, serotonina e dopamina, é uma questão que só poderá ser respondida no futuro por meio de pesquisas realizadas por equipes multidisciplinares.
Por enquanto, nesta digressão, mantemos o conceito de que toda depressão é uma compressão (do verbo “comprimir”) de energia, independentemente do gatilho depressivo.
Um esclarecimento relevante para a compreensão do funcionamento dos seres vivos: para Sigmund Freud, a energia das pulsões é de origem endógena. Elas são produzidas dentro do organismo. Ainda não está claro se hormônios ou glândulas sexuais sintetizam a força pulsional ou se são simplesmente produtos bioquímicos que transmitem as pulsões.
De qualquer forma, de uma perspectiva anatômica e fisiológica, podemos identificar as glândulas ligadas às supostas pulsões sexuais, mas isso nos impossibilita a identificação das glândulas tanáticas. Essas últimas especulações de Freud são místicas e irrelevantes.
Elas confundem pulsões secundárias com supostas “pulsões tanáticas”.
Para Wilhelm Reich, a energia vital ou energia primária é encontrada de forma livre na natureza e, por extensão, em todo o cosmos. Ela entra na biossistema por meio dos elementos que interagem com o corpo: oxigênio, alimento, água, contato com a pele, contato com o ambiente vivo, sons, alimentos, etc.
Reich chamou essa energia que entra na biossistema de “energia ligada à massa” ou bioenergia. Vale destacar o ponto de divergência com Freud: para Reich, a bioenergia, ou libido, é exógena ao indivíduo. O sistema hormonal é um dos sistemas que transporta e distribui a carga energética do ambiente por todo a biossistema.
No entanto, não é o único sistema de distribuição de orgôn. As hemácias também transportam e distribuem bioenergia por todo o organismo.
Cabe ao leitor refletir sobre ambas as abordagens da libido: a endógena de Freud e a exógena de Reich.
O Teste de Sangue de Reich mede precisamente o potencial orgonômico do indivíduo. Não é um teste que analisa os componentes e valores do sangue, mas sim sua potência orgonôtica (PO). Esta é a capacidade do sangue de criar pacotes de energia vital na forma de bíons.
O ego psíquico busca um objeto e busca sua liberação quando os níveis de orgôn excedem a tolerância do biossistema. Se não houver grandes bloqueios emocionais, a regulação homeostática entre a entrada e a saída de orgôn ocorre naturalmente e se autorregula.
Qualquer desequilíbrio nesse processo gera acúmulos de orgôn: êxtase energética. O primeiro sintoma será a ansiedade devido à sobrecarga. Essa sobrecarga oprime o sistema cardiovascular, causando ansiedade.
Se o livre movimento da energia for bloqueado, ela se transformará em impulsos secundários cruéis e antissociais. Ela buscará liberação por meio da hipercaptação de zonas erógenas pré-genitais já abandonadas, além de influenciar todo o sistema muscular periférico.
Sadismo, crueldade e pré-genitalidade serão as consequências da repressão. Mas o processo não termina aí. Uma terceira camada de repressão social, chamada “moralidade pública”, inibirá as pessoas, impossibilitando-as de expressar seus impulsos antissociais e pré- genitais. Esta é a terceira camada do neurótico bem ajustado, que
opera sob forte contra catexis diante de seus impulsos secundários, como mencionado acima.
O sintoma psiconeurótico emerge como uma liberação patogênica. A punição se estabelece como a vigília do sintoma. A punição é organizada com a mesma energia que alimenta a estagnação libidinal. A couraça fantasmática – punitiva alojada na identidade do sujeito é então configurada e, a partir daí, organiza-se a estratificação da couraça protetora narcísica que resguarda o ego psíquico, que Reich chamou de couraça carátero-muscular. Essa interação de defesas e impulsos secundários tenta emergir durante a sequência temporal da vida do sujeito.
Vale ressaltar que a couraça carátero-muscular é a resposta imediata à couraça punitiva fantasmática. Ela surge como consequência da primeira.
Por meio de sintomas, expressões pré-genitais da libido e impulsos cruéis que vazam dessa segunda repressão social, o sujeito neurótico tenta descarregar parte da estagnação libidinal.
Digamos que a estagnação libidinal é o agente tóxico que nos adoece; e os impulsos secundários são o agente tóxico que adoece o ambiente social.
Em condições naturais, as pessoas descarregam o excesso de orgôn por meio da função homeostática do orgasmo, do trabalho criativo e de todas as atividades humanas prazerosas: arte, esportes, música, literatura, o desfrute de laços sociais, viagens etc. são formas orgásticas de vivenciar a existência humana. O orgasmo genital, que sempre ilustra uma evolução adulta da personalidade, é pós-ambivalente por natureza. É um equilíbrio entre a entrada de orgôn na biossistema e a saída de orgôn (descarga). Essa é a principal função do orgasmo: equilibrar a entrada e a saída de bioenergia.
Secundariamente, e somente secundariamente, a função reprodutiva surge como consequência evolutiva de sua função principal: o equilíbrio homeostático. Não há propósito reprodutivo primário na natureza. A natureza não tem intencionalidade. Ela é simplesmente governada pelo Princípio de Pulsação: Contração (preenchimento de orgôn) e expansão (descarga de orgôn).
O preenchimento de orgôn é uma expansão interna da biossistema. Após o
preenchimento, há um segundo estágio de contração (expulsão de energia
experimentada como prazerosa), que é seguido pela expansão propriamente dita (descarga). Tecnicamente, a FÓRMULA DA VIDA, como Reich a chama, teria quatro estágios:
1. Entrada de orgôn;
2. Carga de orgôn na biossistema;
3. Descarga através da contração das paredes musculares e expressões emocionais;
4. Expansão ou descarga como resultado da contração.
Dessa forma, o ciclo da vida se repete. A reprodução da espécie é uma consequência secundária da evolução. É incorreto atribuir funções reprodutivas ao orgasmo. A função do orgasmo é regular o excesso de fluidos. Sua função é homeostática. A reprodução das espécies é um efeito secundário dessa função primária. O touro vai até a vaca para liberar sua energia, não com a intenção de reproduzir sua espécie. É incorreto atribuir funções intencionais à natureza. A natureza simplesmente opera sob a premissa da energia. É assim que todo ser vivo funciona.
DEMONSTRAREMOS NA SEQUÊNCIA OS CAPÍTULOS DO LIVRO PARA MAIOR AMPLITUDE E COMPREENSÃO.
O ensaio faz parte da Coleção Cadernos Colecionáveis de Orgonociência Volume 7 e está disponível na AMAZON nas versões ESPANHOL E PORTUGUÊS. É composto por 72 Capítulos distribuidos por 533 páginas.
Títulos dos Capítulos
1. O Sistema Bioenergético.
2. As Três Couraças
3. Couraça Primitiva
4. Força Orgonótica
5. As Funções da Couraça e a Ansiedade Orgástica
6. A Couraça Punitiva Coletiva
7. A DOR-MATRIZ
8. Por que a DOR-MATRIZ
9. DOR-MATRIX e o Contato Bioenergético
10. DOR-MATRIX e a Armadilha Carátero-Múscular
11. A Cápsula
12. Agressão e Violência
13. A Base de Massa das Tiranias
14. A Segunda Repressão Sexual
15. Identidade e Solilóquio
16. Causas Profundas da Existência do Fantasma
17. Fantasias da Perspectiva Orgonômica
18. O Fantasma e sua Relação com a Contenção Amorosa
19. O Fantasma Punitivo e a Necessidade
20. As fontes da Energia
21. O “Real” na Bioenergia
22. Orgasmo Genital
23. Pedofilia Involuntária e Sua Relação com as Âncoras Edípicas
24. Prazer, Desejo, Necessidade e Gozo
25. O Amor sob uma Perspectiva Bioenergética
26. Orgasmo, Sexualidade e o Fantasma
27. O que é Êxtase Sexual?
28. Algumas Tipologias Familiares
29. A Função Sexo-Econômica do Fantasma
30. Uma Cultura que Nega a Vida
31. Misoginia Masculina e Empoderamento Feminino
32. O Processo de Empoderamento Feminino
33. Origem da Repressão Sexual e Emocional
34. O Nascimento do Matriarcado Subjacente
35. Os Dois Princípios da Realidade
36. Manifestações Clínicas da Ansiedade Orgástica
37. As Camuflagens do Fantasma na Identidade
38. As Contradições do Fantasma
39. O Núcleo Virulento do Fantasma
40. O Sinal de Socorro de uma Perspectiva Bioenergética
41. Desobediência Rebelde ao Fantasma
42. Bio-transferência (Reencarnação
43. Vozes Reforçadoras
44. Transferência Bioenergética (Reencarnação como defesa)
45. Exemplos Práticos do Funcionamento de Punições Fantasmáticas
46. A Temporalidade do Fantasma e os Livros de Autoajuda
47. Falo e Pênis. A Resolução Edípica sob uma Perspectiva Bioenergética
48. Autopiedade e Choro em Relação ao Fantasma
49. Narcisismo Primário e Narcisismo Secundário
50. Diferenças entre Instrumentação de Conflitos e Resolução de Conflitos sob uma Perspectiva Orgonômica
51. Transbordamento Verborrágico
52. Choque Químico
53. Sintomas Físicos do Orgôn bloqueado
54. O Sonhos desde uma Perspectiva Orgonômica
55. Imagem e Esquema corporal em relação ao Fantasma
56. Circuito Associativo (Efeito Ábaco)
57. Circuito Punitivo (Efeito Mosca e sua Volatilidade)
58. Como Identificar as Punições do Fantasma no Desconforto Punitivo
59. Os Automatismos da Couraça
60. A Ação de Ligação
61. Outras Estruturas de Personalidade
62. Uma Forma de Reflexão
63. As Forças Vitais do Orgôn
64. Miscelânea de Conceitos Básicos
65. Aspectos Técnicos
66. O Espelho de Alice
67. O Fracasso das três couraças
68. A título de Digressão
69. Epílogo
70. Apêndice: A FIOS Histórica
71. Breve Dicionário de Orgonomia Pós-Reichiana
72. Bibliografia vinculante


VERSÕES
PORTUGUES
E
ESPANHOL

VOCÊ PODE ESTAR PENSANDO
Eu não acredito que alguém consiga dar continuidade ao trabalho teórico de Reich?
Entendemos o seu questionamento e achamos, inclusive, muito pertinente… mas este e-book escrito na forma de ensaio conta com mais de 20 anos de pesquisa profunda, além de prática comprovada pelo autor e sua equipe.
Roberto Balao, o autor do livro é diretor do IWUR e dedicou mais de 20 anos à pesquisa e ciência orgonômica, psicólogo formado pela PUC, Pontifícia Universidade Católica de Montevidéu, CRP 07/20832 psicoterapeuta clínico reichiano (na linha pós-reichiana) desde 1984, atuou como psicólogo criminalista do INACRI (Instituto Nacional de Criminologia) Uruguai, de 1989 a 2004. Psicólogo de Terceira Idade na ANEPA (Agrupación Nacional de Entidades Pro Bienestar Del Anciano), e Hospital Piñeiro Del Campo, em Montevidéu entre os anos 1986 e 1987.
Psicólogo concursado em Educação Pública de Ensino Médio de 1993 até 2011. Professor de Psicologia em instituições privadas terciárias em Montevidéu nas disciplinas de Psicologia da Personalidade, Psicopatologia, Psicologia Evolutiva e Prática Hospitalar de 1993 a 1997.
Coparticipante do Instituto de Dinâmica Grupal para a formação de coordenadores grupais.
Conferencista nacional e internacional.
Ensaísta. Autor de três livros, publicados pela Editora Orgonômo: “Del Psicoanálisis a la Orgonomía Social”, no ano de 1999, “Intervenciones Técnicas y Dinámicas Corporales para Orgonomistas Sociales”, em 2008 (trabalho que resume e legitima os oito anos de pesquisas e práxis em Orgonomia Clínica e Social na equipe do IWUR); “Diagnóstico de La Biopatía del Cáncer” (compêndio monográfico), ano 2006.
Co fundador da FIOS (Federação Internacional de Orgonomia Social) criada em 12 de setembro 1999 em Montevidéu, como representação do IWUR.
Enquanto diretor do IWUR participou da formação de orgonomistas sociais e participa do IWUR-LABOR Laboratório Amador de Biofísica Orgônica.

E VOCÊ PODE ESTAR PENSANDO NOVAMENTE
Mas então você está se colocando como uma autoridade?
Na verdade Roberto Balao conseguiu empacotar em um e-book uma nova forma de pensar as dores emocionais que tem assolado a humanidade. Vemos todos os dias, pacientes que chegam aos consultórios buscando soluções, respostas e compreensões. Este e-book conta com um capítulo inteiro de casos fictícios, obviamente, que demonstra a forma de identificar o fantasma que tanto amedronta cada paciente, e também a forma de separá-lo de sua personalidade colocando-o em terceira pessoa. Só esse capítulo já vale todo o investimento.
O que mais terá o livro?
Em 72 capítulos, Balao discorreu sobre a história que permeia a criação do “fantasma” até sua influência nas super-estruturas sociais que pressionam o indivíduo, nosso paciente, a não conseguir lidar com a couraça que é obrigado a vestir para sobreviver.
Fala também sobre o sistema bioenergético, DOR-MATRIZ, identidade e solilóquio, fantasias, necessidades humanas, amor, orgasmo, sexualidade, misoginia masculina, empoderamento feminino, matriarcado subjacente, as camuflagens do fantasma e suas contradições, sinal de socorro, bio-transferência, narcisismo primário e secundário, diferenças entre instrumentação e resolução de conflitos, sintomas físicos de orgôn bloqueado, auto-piedade e choro em relação ao fantasma.
É um material essencial que precisa ser disseminado entre a comunidade psicoterapêutica, seja ela, orgonômica ou não.
GARANTIA
O e-book está sendo vendido pela AMAZON que tem as políticas próprias de garantia.
Esperamos ter apresentado de forma clara e objetiva nossa proposta e também contamos com a ajuda na divulgação do e-book entre a comunidade terapêutica para que possamos juntos refletir sobre os temas propostos no e-book.
